Agro em escala, indústria sucroenergética e localização estratégica contribuem para o desenvolvimento de Nova Alvorada do Sul. Além disso, o biometano, o etanol de milho e o processamento de amendoim podem fortalecer ainda mais a economia, elevando a produção e o número de empregos. Esta é a avaliação do economista, doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial e candidato a deputado federal, Jaime Verruck.
Com a cana-de-açúcar, a soja e o milho alimentando a estrutura econômica com forte peso industrial; a energia renovável – etanol, biometano e aproveitamento de resíduos posicionam o município na transição energética –, e a logística central – proximidade da capital e dos grandes eixos rodoviários favorece a distribuição e a atração de investimentos –, o município forma um importante trio de ativos estruturantes.
Em Nova Alvorada do Sul, a agricultura ocupa 203.412 hectares, com maior destaque para a cana-de-açúcar, e o rebanho bovino soma 135.465 animais. Os números são da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM) e Pesquisa da Pecuária Municipal (PPM), respectivamente, ambas do IBGE (2024).
Para Jaime Verruck, o cenário de Nova Alvorada do Sul indica caminho de avanço nos diferentes setores. “Agro, indústria, energia e localização elevam o potencial de Nova Alvorada do Sul. Esse conjunto de ativos somado à qualificação técnica permite ampliar fornecedores, qualificação e processamento”, analisa.