Mineração de ferro e manganês, siderurgia, hidrovia, ferrovia, porto seco, comércio de fronteira, turismo, pesca esportiva, pecuária pantaneira e conservação ambiental. Corumbá se mostra um município diferenciado quando o assunto é produção, preservação e história.
Para o economista e doutor em Desenvolvimento, Jaime Verruck, Corumbá é polo mineral, cidade portuária, fronteira internacional e ponto de conexão entre ferrovia, hidrovia e rodovia. Ao longo de 11 anos, o município recebeu uma agenda permanente de articulação econômica e ambiental.
“Corumbá concentra agenda singular de desenvolvimento, sendo importante polo econômico do Pantanal e uma das cidades mais estratégicas de Mato Grosso do Sul, por fazer fronteira com a Bolívia”, declara Verruck, que é ex-secretário de Desenvolvimento de Mato Grosso do Sul.
Ele pontua ainda que a presença das jazidas do Maciço do Urucum, o acesso à Hidrovia Paraguai–Paraná, a ligação ferroviária da Malha Oeste, considerada estratégica para o futuro logístico do estado, e sua vocação turística fazem do município um ponto de encontro entre produção, logística, comércio internacional e conservação ambiental. Corumbá foi estruturada em frentes para recuperar competitividade da mineração; modernizar a logística ferroviária, hidroviária e alfandegária; atrair e licenciar novos investimentos; desenvolver o turismo do Pantanal; apoiar os pequenos negócios; e compatibilizar atividade econômica com proteção ambiental.
“Corumbá mostra que desenvolvimento regional exige visão integrada: produzir com responsabilidade ambiental, recuperar a logística, estimular o empreendedorismo e transformar as riquezas do Pantanal e do Maciço do Urucum em emprego, renda e oportunidades para a população local”, diz Verruck, que atualmente é pré-candidato a deputado federal pelo Republicanos.