Amambai é um desses municípios que sintetizam o caráter produtivo de Mato Grosso do Sul. Com 41,8 mil habitantes, o município reúne agro diversificado, pecuária sólida e um mercado urbano que sustenta pequenos negócios e serviços privados. O rebanho bovino soma mais de 265 mil cabeças, compondo uma base econômica ampla e resistente.
Soja e milho lideram a pauta agrícola, com espaço para cana e mandioca. É essa diversidade que dá resiliência ao município — e que aponta para um horizonte de transformação. Em 2024, a produção agrícola ocupou 213.548 hectares e gerou R$716,4 milhões em valor. Os dados são do IBGE em 2024.
“Essa produção ganha força quando serviços e fornecedores permanecem no município, multiplicando renda e emprego”, analisa o economista, doutor em Desenvolvimento e Planejamento Territorial e candidato a deputado federal pelo Republicanos, Jaime Verruck.
Dimensão da economia — Os números confirmam o tamanho da economia local. O PIB de Amambai alcançou R$2,43 bilhões em 2023, o 18º maior do estado, segundo o IBGE. A estrutura produtiva de 2021 já mostrava agropecuária com 33,2%, serviços privados com 44,3%, administração pública com 16,5% e indústria com 6,0%.
A proximidade com o Paraguai, é um ativo estruturante ainda pouco explorado e abre caminho para comércio, turismo e integração logística. Para Jaime Verruck, Amambai tem futuro promissor, sendo o próximo passo transformar produção e fronteira em agroindústria, logística confiável, empregos privados e oportunidades desenhadas também para as comunidades indígenas.